GOBERNANZA PÚBLICA ORIENTADA POR DATOS Y LOS LÍMITES JURÍDICOS DEL USO DE INTELIGENCIA ARTIFICIAL EN LA ADMINISTRACIÓN PÚBLICA
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https://doi.org/10.56579/rei.v8i3.3437Palabras clave:
Gobernanza Pública, Inteligencia Artificial, Big Data, Administración Pública, Control AdministrativoResumen
El avance de la transformación digital en la Administración Pública ha intensificado el uso de inteligencia artificial y tecnologías de Big Data en la formulación, implementación y evaluación de políticas públicas. Este movimiento se inserta en el contexto de la gobernanza pública orientada por datos, que busca ampliar la eficiencia administrativa, la racionalidad decisoria y la capacidad estatal de respuesta a demandas sociales complejas. Sin embargo, la incorporación de estas tecnologías suscita importantes desafíos jurídicos, especialmente en lo que se refiere a la compatibilidad entre decisiones automatizadas y los principios estructurantes del Derecho Administrativo. Frente a este escenario, el presente artículo analiza los límites jurídicos del uso de la inteligencia artificial en la Administración Pública brasileña, con enfoque en los principios de legalidad, transparencia, motivación de los actos administrativos y control institucional. La investigación adopta un enfoque teórico-dogmático, de naturaleza cualitativa, con base en revisión bibliográfica y análisis normativo, examinando cómo la opacidad algorítmica, la automatización decisoria y el uso intensivo de datos pueden tensionar garantías fundamentales y mecanismos tradicionales de control. Se concluye que, aunque la gobernanza orientada por datos representa una oportunidad relevante para el perfeccionamiento de la gestión pública, su legitimidad jurídica depende de la observancia rigurosa de los principios administrativos, de la adopción de mecanismos de explicabilidad algorítmica y del fortalecimiento de las instancias de control, con el fin de asegurar decisiones públicas transparentes, responsables y compatibles con el Estado Democrático de Derecho.
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