PRODUCCIÓN DE CUIDADOS PARA ADOLESCENTES EN HOGARES DE ACOGIDA
Visualizações: 30DOI:
https://doi.org/10.56579/rei.v8i3.2850Palabras clave:
Protección Especializada de Alta Complejidad, Producción de Cuidado en Instituciones de Acogimiento, Salud Mental de Adolescentes AcogidosResumen
Este estudio contribuye a ampliar el conocimiento sobre la atención a los adolescentes en el contexto de la Protección Social Especial. Toma el acogimiento institucional de adolescentes como punto de reflexión, a partir de la experiencia de profesionales que actúan en la Protección Especializada de Alta Complejidad. Se trata de un estudio cualitativo de naturaleza fenomenológica. Participantes del estudio: Profesionales del equipo técnico de una unidad de acogimiento institucional para adolescentes, psicólogos y trabajadores sociales, con el fin de ofrecer reconocimiento y legitimidad a la experiencia retratada. Como instrumentos de recolección de datos se utilizaron la Entrevista Narrativa y el Diario de Campo del Investigador. Para el análisis, se eligió la noción de comprensión interpretativa de Gadamer, proveniente de la Hermenéutica, para interpretar los datos recolectados. Los resultados revelaron lagunas significativas en las prácticas de atención en salud mental dirigidas a adolescentes acogidos, destacando la necesidad de un análisis crítico de los aspectos teórico-metodológicos, ético-políticos y técnico-operativos que atraviesan las intervenciones. Se observa que los manuales, directrices y protocolos de atención no contemplan plenamente las particularidades de la realidad de los asistidos, lo que demanda una reflexión teórico-clínica en la implementación de prácticas contextualizadas y efectivas. En este sentido, se reafirma la importancia del fortalecimiento del flujo en red y de la articulación entre los servicios, promoviendo una acción integrada para garantizar los derechos de los adolescentes institucionalizados, así como el intercambio de experiencias entre los profesionales involucrados, favoreciendo la corresponsabilidad y las intervenciones conjuntas con las familias, potenciando así la prestación del cuidado y la efectividad de las acciones de apoyo.
Descargas
Citas
ARENDT, H. A condição humana. Tradução de Roberto Raposo. 10. ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008.
BARBOSA, Caroline. Habitar o inóspito: a condição humana de desabrigo a partir de Martin Heidegger e Sigmund Freud. Bauru: [s. n.], 2020.
BARBOSA, Maria Idalice; BOSI, Maria Lúcia. Vínculo: um conceito problemático no campo da Saúde Coletiva. Physis, Rio de Janeiro, v. 27, n. 4, 2017.
BARREIROS, Gilberto; MORATO, Henriette. O encontro reflexivo como possibilidade de intervenção clínica em instituição educacional e grupo comunitário. Educação e Pesquisa, São Paulo, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ep/a/j8NJqZ4BBtCtWfMkkP3hbQg/?lang=pt. Acesso em: 8 jun. 2026.
BENJAMIN, W. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: BENJAMIN, W. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994.
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei federal nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Brasília, DF, 1990.
BRASIL. Estatuto da Criança e do Adolescente. Lei nº 12.010, de 3 de agosto de 2009. Brasília, DF, 2009.
BRASIL. Presidência da República. Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente. Plano Nacional de Promoção, Proteção e Defesa do Direito de Crianças e Adolescentes à Convivência Familiar e Comunitária. Brasília, DF: CONANDA, 2006. Disponível em: https://www.mds.gov.br/webarquivos/publicacao/assistencia_social/Cadernos/Plano_Defesa_CriancasAdolescentes%20.pdf. Acesso em: 8 jun. 2026.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização. Acolhimento nas práticas de produção de saúde. 2. ed. 5. reimpr. Brasília, DF: Editora do Ministério da Saúde, 2010.
DENZIN, N. K. O planejamento da pesquisa qualitativa: teorias e abordagens. Tradução de Sandra Regina Netz. Porto Alegre: Artmed, 2006.
FEIJOO, A. M. L. C. A existência para além do sujeito: a crise da subjetividade moderna e suas repercussões para a possibilidade de uma clínica psicológica com fundamentos fenomenológico-existenciais. Rio de Janeiro: Edições IFEN; Via Verita, 2011. 207 p.
FERREIRA, A. B. H. Novo dicionário Aurélio. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1975.
FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. Tradução de Joice Elias Costa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
GADAMER, H. Verdade e método II: complementos e índice. 5. ed. Petrópolis: Vozes; Bragança Paulista: Editora Universitária São Francisco, 2002.
HEIDEGGER, M. Ser e tempo. Tradução, organização, nota prévia, anexos e notas de Fausto Castilho. Campinas: Editora da Unicamp; Petrópolis: Vozes, 2012.
HEIDEGGER, M. Ensaios e conferências. Tradução de Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel e Márcia Cavalcanti Schuback. Petrópolis: Vozes, 2001.
MENDES, N. S. S. Adolescentes em unidades de acolhimento: promoção do cuidado à luz da intervenção psicossocial. 2022. Dissertação (Mestrado Profissional em Psicologia - Práticas e Inovação em Saúde Mental) - Universidade de Pernambuco, Garanhuns, 2022.
MINAYO, Maria Cecília; GUERRIERO, Iara Coelho Zito. Reflexividade como éthos da pesquisa qualitativa. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csc/a/DgfNdVrZzZbN7rKTSQ8v4qR. Acesso em: 8 jun. 2026.
MINAYO, Maria Cecília; SANCHES, Odécio. Quantitativo-qualitativo: oposição ou complementaridade? Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, 1993. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/Bgpmz7T7cNv8K9Hg4J9fJDb/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 8 jun. 2026.
MORATO, Henriette Tognetti Penha; SAMPAIO, Vitor Faustino. A escuta clínica como um pesquisar fenomenológico existencial: uma possibilidade no horizonte da realização da existência. Arquivos do IPUB, Rio de Janeiro, v. 1, 2019. Disponível em: https://www.ipub.ufrj.br/wp-content/uploads/2019/04/v1n1a08.pdf. Acesso em: 8 jun. 2026.
OLIVEIRA, Fabrício. A psicoterapia fenomenológica como horizonte de cuidado (Sorge) na era da técnica. Maringá, 2016. Disponível em: https://ppi.uem.br/teses-e-dissertacoes-recuperadas/fabricio-ramos-de-oliveira-a-psicoterapia-fenomenologica-como-horizonte-de-cuidado-sorge-na-era-da-tecnica. Acesso em: 8 jun. 2026.
ROSA, Edinete et al. O processo de desligamento de adolescentes em acolhimento institucional. Estudos de Psicologia, [S. l.], 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/epsic/a/QVVHczLbvV4X73CyBRQpPbH/?format=pdf. Acesso em: 8 jun. 2026.
SANTANA, A. M. Contribuições da Fenomenologia Existencial à Prática Psicológica em Saúde. 2017. 139 f. Tese (Doutorado em Psicologia) – Universidade Católica de Pernambuco, Recife, 2017.
SANTOS, A. M. A. Acolhimento institucional de crianças e adolescentes: mudança na história brasileira. In: SIMPÓSIO MINEIRO DE ASSISTENTES SOCIAIS, 3., 2013, Belo Horizonte. Anais [...]. Belo Horizonte: 6º CRESS, 2013.
SILVA, Enid; AQUINO, Luseni. O direito à convivência familiar e comunitária: os abrigos para crianças e adolescentes no Brasil. Brasília, DF: IPEA; CONANDA, 2004.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Revista de Estudios Interdisciplinarios

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista de Estudios Interdisciplinares adopta la Licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite compartir y adaptar el trabajo, incluso con fines comerciales, siempre que se otorgue la atribución adecuada y se reconozca la publicación original en esta revista.










