ANÁLISIS DE LA PROHIBICIÓN DE PLANTAR MARIHUANA A LA LUZ DE LA TEORÍA DE LOS FLUJOS MÚLTIPLES
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https://doi.org/10.56579/rei.v7i5.2360Palabras clave:
Multiples Flujos, ANVISA, Salud, Judicializacion, Economia de la SaludResumen
La Teoría de los Flujos Múltiples (TMS) indica que la formación de la agenda gubernamental resulta del acoplamiento de tres flujos - problemas, alternativas y políticas - de modo que su desalineamiento sería suficiente para impedir que un asunto entre en la agenda gubernamental. Esta investigación analiza la incorporación de la discusión sobre la plantación de marihuana con fines medicinales o científicos en la agenda política para entender por qué esta agenda no fue procesada con éxito por la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (ANVISA). Para ello, se adoptó la técnica de estudio de caso, utilizando registros de las Actas de las Sesiones Públicas Ordinarias del Consejo de Administración de ANVISA, apoyados en investigación documental y bibliográfica. Hubo un predominio de la ideología de 2019 a 2022, en detrimento de las posiciones científicas, sociales y económicas. Esta desalineación de la gestión pública en relación con la evidencia científica y las demandas sociales ha resultado en la desconfiguración de la ventana de oportunidad, lo que ha producido un fenómeno de no decisión. Como resultado, el poder de decisión sobre el tema ha sido transferido del Poder Ejecutivo al Poder Judicial, lo que ha llevado al acceso a productos derivados del cannabis, a altos costos, a través de la judicialización de la salud.
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