ANÁLISIS DE LA PROHIBICIÓN DE PLANTAR MARIHUANA A LA LUZ DE LA TEORÍA DE LOS FLUJOS MÚLTIPLES

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DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v7i5.2360

Palabras clave:

Multiples Flujos, ANVISA, Salud, Judicializacion, Economia de la Salud

Resumen

La Teoría de los Flujos Múltiples (TMS) indica que la formación de la agenda gubernamental resulta del acoplamiento de tres flujos - problemas, alternativas y políticas - de modo que su desalineamiento sería suficiente para impedir que un asunto entre en la agenda gubernamental. Esta investigación analiza la incorporación de la discusión sobre la plantación de marihuana con fines medicinales o científicos en la agenda política para entender por qué esta agenda no fue procesada con éxito por la Agencia Nacional de Vigilancia Sanitaria (ANVISA). Para ello, se adoptó la técnica de estudio de caso, utilizando registros de las Actas de las Sesiones Públicas Ordinarias del Consejo de Administración de ANVISA, apoyados en investigación documental y bibliográfica. Hubo un predominio de la ideología de 2019 a 2022, en detrimento de las posiciones científicas, sociales y económicas. Esta desalineación de la gestión pública en relación con la evidencia científica y las demandas sociales ha resultado en la desconfiguración de la ventana de oportunidad, lo que ha producido un fenómeno de no decisión. Como resultado, el poder de decisión sobre el tema ha sido transferido del Poder Ejecutivo al Poder Judicial, lo que ha llevado al acceso a productos derivados del cannabis, a altos costos, a través de la judicialización de la salud.

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Biografía del autor/a

Flavio Luiz Carneiro Cavalcanti, Universidad Federal de Río Grande del Norte

Estudiante de maestría en el Programa de Posgrado en Gestión e Innovación en Salud de la Universidad Federal de Rio Grande do Norte (PPgGIS/UFRN). Postgraduada en Gestión Pública (IFRN). Licenciada en Derecho (UnP) y en Gestión de Políticas Públicas (UFRN). Miembro de la Red de Investigación en Derecho y Políticas Públicas (REDE DPP) y de la Comisión de Políticas Públicas del Instituto Brasileño de Derecho Administrativo (IBDA).

 

Msc Arthur Paku, Universidade de São Paulo

Máster en Derecho del Estado (USP). Máster en Administración Pública (LSE/Reino Unido). Licenciado en Derecho (USP).

Msc Everkley Tavares, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Doctoranda en el Programa de Posgrado en Ciencias Sociales de la Universidad Federal de Rio Grande do Norte (PPGCS/UFRN). Máster en Desarrollo y Medio Ambiente (UERN). Licenciada en Ciencias Sociales (UERN).

Phd Thaisa Lima, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Laboratorio de Innovación Tecnológica en Salud, Universidad Federal de Rio Grande do Norte. Programa de Postgrado en Gestión e Innovación en Salud, Ministerio de Salud de Brasil. Brasil, Rio Grande do Norte, Natal.

Phd Karilany Coutinho, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Laboratorio de Innovación Tecnológica en Salud, Universidad Federal de Rio Grande do Norte. Departamento de Ingeniería Biomédica, Programa de Postgrado en Gestión e Innovación en Salud. Centro Colaborador de la Organización Panamericana de la Salud de la Organización Mundial de la Salud. Brasil, Rio Grande do Norte, Natal.

Phd Ricardo Valentim, Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Laboratorio de Innovación Tecnológica en Salud de la Universidad Federal de Rio Grande do Norte, Departamento de Ingeniería Biomédica, Programa de Posgrado en Gestión e Innovación en Salud, Programa de Posgrado en Ingeniería Eléctrica e Informática. Centro Colaborador de la Organización Panamericana de la Salud de la Organización Mundial de la Salud. Brasil, Rio Grande do Norte, Natal.

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Publicado

2025-10-22

Cómo citar

Cavalcanti, F. L. C., Balbani, A. P. O., Tavares, E. M. F., Lima, T. G. F. de M. S., Coutinho, K. D., & Valentim, R. A. de M. (2025). ANÁLISIS DE LA PROHIBICIÓN DE PLANTAR MARIHUANA A LA LUZ DE LA TEORÍA DE LOS FLUJOS MÚLTIPLES. Revista De Estudios Interdisciplinarios, 7(5), 01–25. https://doi.org/10.56579/rei.v7i5.2360

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