DESARROLLO DE UN INSTRUMENTO PARA QUE LOS MAESTROS RASTREEN EL TRASTORNO DEL ESPECTRO AUTISTA EN ESTUDIANTES ADOLESCENTES
Visualizações: 348DOI:
https://doi.org/10.56579/rei.v7i3.1776Palabras clave:
Autismo, Psicometría, Validación de ContenidoResumen
El presente estudio tiene como objetivo presentar el proceso de desarrollo y evaluación de contenido del instrumento de cribado para autismo en adolescentes. Este instrumento tiene como objetivo verificar de forma rápida si hay indicios de autismo en cuatro dominios: funciones ejecutivas, comunicación, habilidad social y actividad de la vida diaria. El proceso involucró: 1) lectura del DSM-V; 2) desarrollo de las preguntas; 3) análisis de los jueces/evaluadores expertos; y 4) estudio piloto con resultados de la Curva ROC para evaluar el punto de corte de un instrumento de detección de autismo en niños. Los resultados indican que al utilizar el punto de corte, el instrumento mostró buena capacidad para identificar correctamente los casos positivos (75% de sensibilidad) y también una alta tasa de identificación correcta de los casos negativos (89% de especificidad). Además, sugieren que el instrumento cumplió con todos los requisitos para estructuración, relevancia, credibilidad y equilibrio, mediante ítems comprensibles, consistentes con las características propuestas en el estudio.
Descargas
Citas
AGUIAR, B.; CORREIA, W.; CAMPOS, F. Uso da Escala Likert na Análise de Jogos. X SB Games, Salvador - BA, nov., 2011.
ALVES, D. E. O autismo e o processo de inclusão na perspectiva escolar: análise de caso na escola Professora Ondina Maria Dias, em Tijucas/Santa Catarina. 2016. 56 p. Curso de Especialização EaD Gênero e Diversidade na Escola. Universidade Federal de Santa Catarina, Santa Catarina, Florianópolis, 2016.
AMERICAN PSYCHIATRY ASSOCIATION (APA). Diagnostic and Statistical Manual of Mental disorders - DSM-5. Washington: American Psychiatric Association, 2013. DOI: https://doi.org/10.1176/appi.books.9780890425596
AREND, M.; BALK, R.; MACIEL, E.; GRAUP, S. Identificação de ferramentas para rastreio do Transtorno do Espectro Autista em adolescentes escolares: uma revisão integrativa. Revista Educação e Cultura Contemporânea, v. 19, n. 59, 130–146, 2022. DOI: https://doi.org/10.5935/2238-1279.20210168
BARROS, C. Estudo de sensibilidade do IRDI-Questionário para TEA (Transtorno do Espectro de Autismo): possibilidades de utilização para detecção de sinais iniciais e para rastreamento. Tese (Doutorado). São Paulo: Instituto de Psicologia., 2016.
BEZERRA, M. V. A. et al. Inclusão de Crianças com Autismo na Escola: Uma revisão narrativa. Revista Científica Multidisciplinar, v. 3, n. 12, p. e3122196, 2022. DOI: https://doi.org/10.47820/recima21.v3i12.2196
BOSA, C. A.; CAMARGO, S. P. Autismo e inclusão: Possibilidades e limites. In. GOMES, M. (Org.). Construindo as trilhas para a inclusão. 1 ed. Petrópolis: Vozes, 2009.
BOSA, C. A.; ZANON, R. B.; BACKES, B. Autismo: Construção do Protocolo de Avaliação do Comportamento da Criança - PROTEA-R. Revista Psicologia: Teoria e Prática, v. 18, n. 1, p. 194–205, 2016. DOI: https://doi.org/10.5935/1980-6906/psicologia.v18n1p194-205
BOUZY, J. et al. Trans identities and autismo: A systematic review. Psychiatry Research, v. 323, 2023. DOI: https://doi.org/10.1016/j.psychres.2023.115176
BYRD, D. et al. State of multicultural neuropsychological assessment in children: current research issues. Neuropsychological Review, v. 18, p. 214-222, 2008. DOI: https://doi.org/10.1007/s11065-008-9065-y
CASSADY, J. Atitudes dos Professores em Relação à Inclusão de Alunos com Autismo e Transtorno Comportamental Emocional. Revista Eletrônica para Educação Inclusiva, v. 2, n. 7, 2011.
CHAN, A.S. et al. Executive function deficits and neural discordance in children with Autism Spectrum Disorders. Clinical Neurophysiology, 120, p. 1107-1115, 2009. DOI: https://doi.org/10.1016/j.clinph.2009.04.002
CRESTANI, A. H.; MORAES, A. B.; SOUZA, A. P. R. Validação de conteúdo: clareza/pertinência, fidedignidade e consistência interna de sinais enunciativos de aquisição da linguagem. CoDAS, v. 29, n. 4, p. e20160180, 2017. DOI: https://doi.org/10.1590/2317-1782/201720160180
DANCEY, C. J. R. Statistics without maths for Psychology: using SPSS for Windows. 3 ed. London: Prentice Hall; 2005.
FANTINELLI, A. A. et al. Desenvolvimento e validação do instrumento específico para complexidade assistencial de puérperas e recém-nascidos: Escala Fantinelli. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, v. 20, n. 2, p. 441-450, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/1806-93042020000200006
FORTIN, M. As Etapas do Processo de Investigação. Luso ditacta, 2009.
FREITAS, M. C. et al. Implicações nas Políticas Educacionais Brasileiras dos Critérios Diagnósticos do Autismo no DSM-5 e CID-11. Revista Imagens da Educação, v. 13, n. 2, p. 105-127, 2023. DOI: https://doi.org/10.4025/imagenseduc.v13i2.64107
GERALDA, A. T. et al. Prevalência do Transtorno do Espectro do Autismo: Uma revisão da literatura. Juventude na Ciência, v. 07, 2020.
GROISMAN, M. L.; JERUSALINSKY, A. N. Terapêutica da linguagem: entre a voz e o significante. In. JERUSALINSKY A. N (org) Psicanálise e desenvolvimento infantil. Artes e Ofícios ED: PA, 2004
HAMBLETON, R.; BOLLWARK, J. Adapting test for use in different cultures: technical issues and methods. International Test Bulletin Issues, v. 32, n. 33, 3-32., 1991.
HOO, Z. H.; CANDLISH, J. D., T. What is an ROC curve? Emergency Medicine Journal, v. 34, n. 6, p. 357-359, 2017. DOI: https://doi.org/10.1136/emermed-2017-206735
LANDIS, J.; KOCH, R.; GARY, G. The measurement of observer agreement for categorical data. Biometrics, p. 159-174, 1977. DOI: https://doi.org/10.2307/2529310
LIKERT, R. A technique for the measurement of attitudes. Archives of Psychology, n. 140, p. 44-53, 1932.
LORD, C.; SCHOPLER, E. The role of age at assessment, developmental level, and test in the stability of intelligence scores in young autistic children. Journal of autism and developmental disorders, v. 19, n. 4, p. 483-499, 1989. DOI: https://doi.org/10.1007/BF02212853
MAIORANO, M. C. N. T. Pneumologia Paulista: Uma publicação da sociedade paulista de pneumologia e tisiologia. 2016.
MALLOY-DINIZ, L. F. et al. Neuropsicologia das funções executivas. In. CAIXETA, L.; FERREIRA, S. B. (Eds.). Manual de Neuropsicologia dos princípios a reabilitação. Porto Alegre: Atheneu, 2012. p. 93-98.
MARTINS, G. A. Sobre confiabilidade e validade. Revista Brasileira de Gestão de Negócios, v. 8, n. 20, p. 1-12, 2006.
MATOS, S. N.; MENDES, E. G. Demandas dos professores e inclusão escolar. Revista Brasileira de Educação Especial, v.21, n.1, p. 9-22, 2015. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-65382115000100002
MCGILTON, K. S. Development and psychometric evaluation of supportive leadership scales. Canadian Journal of Nursing Research Archive, p. 72-86, 2003.
METZ, C. E. Basic principles of ROC analysis. Seminars in Nuclear Medicine, v. 8, n. 4, p. 283-298, 1978. DOI: https://doi.org/10.1016/S0001-2998(78)80014-2
NAKANO, T. C.; SIQUEIRA, L. G. G. Validez de contenido de la Gifted Rating Scale (versión escolar) para la población brasilena. Avaliação Psicológica, v. 11, n1, p. 123-140, 2012.
NUNES, D. R. P.; AZEVEDO, M. Q. O.; SCHMIDT, C. Inclusão educacional de pessoas com Autismo no Brasil: uma revisão da literatura. Revista Educação Especial, v. 26, n. 47, p. 557–572, 2013. DOI: https://doi.org/10.5902/1984686X10178
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). ICD-11 for mortality and morbidity statistics. Geneva: WHO; 2020. Disponível em: https://ury1.com/okThU. Acesso em: 16 jul. 2023.
SANTOS, I. M. S.; ROAZZI, A.; MELO, M. R. Consciência fonológica e funções executivas: associações com escolaridade e idade. Psicologia Escolar e Educacional. 2020, v. 24., 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-35392020212628
SASSON, N.; NOWLIN, R. B.; PINKHAM, A. E. Social cognition, social skill, and the broad autism phenotype. Autism, v. 17, n. 6, p. 655 – 667, 2012. DOI: https://doi.org/10.1177/1362361312455704
SEABRA, A. G. et al. Modelos de Funções Executivas. In. ABREU N. et al. (org). Funções executivas e inteligência: Avanços e desafios da avaliação neuropsicológica. São Paulo: Memnon; no prelo, 2014
SHAYER, B. et al. Desempenho de escolares em atenção e funções executivas no Nepsy e inteligência. Psicologia: Teoria e Prática, v.17, n. 1, p.120-135, 2015. DOI: https://doi.org/10.15348/1980-6906/psicologia.v17n1p120-135
SILVA, S. G. et al. Os benefícios da atividade física para pessoas com autismo. Diálogos em Saúde, v. 1, n. 1, p. 127-145, 2018.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Departamento científico de pediatria do desenvolvimento e comportamento. Manual de orientação: Transtorno do Espectro do Autismo. Rio de Janeiro: SBP, 2019.
SOMMARUGA, M. et al. A self-administered tool for the evaluation of the efficacy of health education interventions in cardiac patients. Monaldi Arch Chest Dis, v. 60, n. 1, p. 7-15, 2003.
TOMASELLO, M. Constructing a Language: A Usage- Based Theory of Language Acquisition. 2005. DOI: https://doi.org/10.2307/j.ctv26070v8
VIEIRA, A. C.; COSTA, A. R.; GOMES, C. P. Boas práticas em aleitamento materno: Aplicação do formulário de observação e avaliação da mamada. Revista da Sociedade Brasileira de Enfermeiros Pediatras, v. 15, n. 1. p. 13-20, 2015.
YUSOFF, M. S. B. ABC of content validation and content validity index calculation. Resource, v. 11, n. 2, p. 49-54, 2019. DOI: https://doi.org/10.21315/eimj2019.11.2.6
ZANON, R.; FURCIN, H. Avaliação precoce do autismo: sistematização dos instrumentos disponíveis e apresentação de um caso atendido no LABSPA/UFGD. Mato Grosso do Sul: Editora UFMS: 2023.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista de Estudios Interdisciplinarios

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
La Revista de Estudios Interdisciplinares adopta la Licencia Creative Commons Atribución 4.0 Internacional (CC BY 4.0), que permite compartir y adaptar el trabajo, incluso con fines comerciales, siempre que se otorgue la atribución adecuada y se reconozca la publicación original en esta revista.










