POLÍTICA DE ÉTICA NA PESQUISA
POLÍTICA DE ÉTICA NA PESQUISA E BOAS PRÁTICAS EDITORIAIS
A Revista de Direito e Abordagens Contemporâneas compromete-se com a integridade científica, a ética na pesquisa e a responsabilidade editorial, observando a legislação brasileira vigente e as boas práticas internacionais de publicação acadêmica.
A revista adota como referência as diretrizes do Committee on Publication Ethics (COPE) (https://publicationethics.org/), especialmente seu Código de Práticas Editoriais (Core Practices) (https://publicationethics.org/core-practices), bem como as orientações éticas do SciELO, assegurando transparência, imparcialidade e rigor em todas as etapas do processo editorial.
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PRINCÍPIOS GERAIS
A revista orienta-se pelos seguintes princípios:
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Integridade científica;
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Transparência no processo editorial;
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Imparcialidade na avaliação por pares;
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Responsabilidade na comunicação científica;
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Respeito aos direitos humanos e à dignidade da pessoa;
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Combate a qualquer forma de plágio, autoplágio ou má conduta acadêmica.
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RESPONSABILIDADES DOS AUTORES
Os autores devem assegurar que:
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O manuscrito é original e inédito;
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Todas as fontes foram devidamente citadas conforme as normas da ABNT;
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Não há submissão simultânea a outro periódico;
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Todos os coautores participaram efetivamente da elaboração do trabalho;
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Conflitos de interesse foram devidamente declarados.
Práticas consideradas antiéticas incluem, mas não se limitam a:
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Plágio e autoplágio;
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Fabricação ou manipulação de dados;
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Omissão deliberada de informações relevantes;
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Inclusão indevida de autoria (ghost authorship ou gift authorship).
Todos os manuscritos são submetidos à verificação por sistema de detecção de similaridades. Em caso de indícios de má conduta, o processo seguirá as orientações do COPE, podendo resultar em rejeição, retratação ou comunicação institucional.
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PESQUISAS ENVOLVENDO SERES HUMANOS
Pesquisas que envolvam seres humanos devem observar as normativas brasileiras aplicáveis, especialmente:
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Resolução nº 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde;
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Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde.
Quando pertinente, os autores deverão informar a aprovação por Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) e indicar o número do parecer. É responsabilidade dos autores garantir que a pesquisa respeitou princípios de consentimento informado, confidencialidade e proteção de dados pessoais.
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RESPONSABILIDADES DOS EDITORES
Os editores atuam com independência acadêmica e são responsáveis por:
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Garantir a imparcialidade do processo de avaliação;
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Decidir com base no mérito científico e na adequação ao foco e escopo;
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Preservar a confidencialidade das informações;
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Gerenciar conflitos de interesse;
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Atuar conforme as diretrizes do COPE e as orientações éticas do SciELO.
Os editores não devem utilizar informações obtidas durante o processo editorial para benefício próprio ou de terceiros.
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RESPONSABILIDADES DOS AVALIADORES
Os pareceristas devem:
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Avaliar os manuscritos de forma objetiva e fundamentada;
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Manter confidencialidade sobre o conteúdo analisado;
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Declarar conflitos de interesse;
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Recusar a avaliação quando não houver expertise temática ou disponibilidade adequada.
O processo de avaliação ocorre em sistema duplo-cego, assegurando imparcialidade e proteção das partes envolvidas.
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CONFLITO DE INTERESSES
Autores, editores e avaliadores devem declarar qualquer conflito de interesse financeiro, institucional, acadêmico ou pessoal que possa influenciar o julgamento científico.
A ausência de declaração será interpretada como inexistência de conflito.
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RETRATAÇÕES, CORREÇÕES E EXPRESSÕES DE PREOCUPAÇÃO
Caso seja identificada má conduta, erro substancial ou violação ética após a publicação, a revista poderá:
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Publicar errata ou correção;
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Emitir expressão de preocupação;
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Proceder à retratação do artigo.
As decisões seguirão as orientações do COPE, assegurando transparência e direito à ampla defesa.
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INTEGRIDADE E PREVENÇÃO DE MÁS CONDUTAS
A Revista de Direito e Abordagens Contemporâneas adota medidas preventivas para assegurar a integridade científica, incluindo:
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Uso de softwares de detecção de similaridade;
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Avaliação por pares qualificados;
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Monitoramento de padrões de autoria;
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Análise de possíveis conflitos de interesse.
A revista reafirma seu compromisso com a ciência aberta, responsável e ética, fortalecendo a credibilidade da produção jurídica e contribuindo para o avanço qualificado do conhecimento.