ECONOMIA DE FRANCISCO E CLARA

UMA VIA DE SENTIDO PARA A AMAZÔNIA E OS POVOS TRADICIONAIS

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Autores

  • Helíssia Coimbra de Souza Fibra Centro Universitário

DOI:

https://doi.org/10.56579/redac.v2i1.3334

Palavras-chave:

Economia, Francisco e Clara, Sentido, Amazônia, Povos tradicionais

Resumo

A Economia de Francisco e Clara será apresentada ao longo desta pesquisa com respeito a metodologia bibliográfica, alinhada esta ao método de estudo de caso. A via de sentido para a Amazônia e os povos tradicionais é apresentada por meio da economia circular, estratégia intrínseca a Economia de Francisco e Clara. O problema trazido pela autora consiste na reflexão: como a Economia de Francisco e Clara contribui para a sustentabilidade da Amazônia e dos povos tradicionais, construindo uma via de sentido biopsiconoética. As hipóteses trazem como observância o modelo econômico proposto pelo Papa Francisco, sendo a Economia de Francisco e Clara importante para a colaboração entre os povos, promovendo a solidariedade e a dignidade humana. As discussões que se encaminham para a conclusão afirmam que a Economia de Francisco e Clara não é uma via solucionadora, mas potente para amenizar os conflitos biopsiconoéticos que marcam a Amazônia e os povos tradicionais que lá residem.

Biografia do Autor

Helíssia Coimbra de Souza, Fibra Centro Universitário

Bacharela em Direito pelo atual Centro-Universitário FIBRA (Uni-FIBRA). Mestra em Direitos Fundamentais pelo Programa de Pós-Graduação em Direitos Fundamentais (PPGDF-UNAMA). Doutoranda em Direito pelo Programa de Pós-Graduação em Direito, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional (PPGD-CESUPA). Pesquisadora de Laboratório em Teorias da Justiça e Violência Estrutural (CESUPA/CNPq). Pós-Graduanda em Docência do Ensino Superior pelo Centro-Universitário São Camilo.

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Publicado

28-03-2026

Como Citar

Souza, H. C. de. (2026). ECONOMIA DE FRANCISCO E CLARA: UMA VIA DE SENTIDO PARA A AMAZÔNIA E OS POVOS TRADICIONAIS. REVISTA DE DIREITO E ABORDAGENS CONTEMPORÂNEAS, 2(1), 01–14. https://doi.org/10.56579/redac.v2i1.3334

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