La Judicialización de la Salud para Personas con Trastorno del Espectro Autista (TEA):

Desafíos, Impactos y Perspectivas

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Autores/as

  • Frederico Luciano Delgado Faria Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales
  • Luciana A. Sulino Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales

DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v7i5.2717

Palabras clave:

Judicialización de la salud, Trastorno del Espectro Autista (TEA), Derecho a la salud, Sistema Único de Salud (SUS), Medicamentos de alto costo

Resumen

Resumen: La judicialización de la salud en Brasil ha sido un mecanismo clave para garantizar el acceso a tratamientos y medicamentos, especialmente para las personas con Trastorno del Espectro Autista (TEA). Este artículo analiza los desafíos, impactos y perspectivas de este fenómeno, con base en una revisión bibliográfica y documental. Se discute el marco legal que respalda el derecho a la salud, las causas de la judicialización como la insuficiencia del Sistema Único de Salud (SUS) y la complejidad de los tratamientos, los criterios jurisprudenciales adoptados por los tribunales superiores y los impactos sobre la equidad y la sostenibilidad del sistema de salud. Se concluye que, aunque la vía judicial es esencial para garantizar derechos individuales, es urgente la implementación de políticas públicas más eficientes e inclusivas para reducir la dependencia del Poder Judicial.

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Biografía del autor/a

Frederico Luciano Delgado Faria, Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales

Magíster en Derecho por la Universidad Portucalense Infante D. Henrique (2023); Doctorando en Ciencias Jurídicas en la Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales (UCES) – Buenos Aires, Argentina. Especialista en Ciencias Jurídico-Políticas por la Faculdade do Baixo Parnaíba (2023); Especialista en Docencia de la Educación Superior por la Faculdade Latino-Americana de Educação (2014); Especialista en Derecho Registral y Notarial por la Faculdade Fortium FF Brasil (2011). Graduado en Derecho por la Universidade Estácio de Sá – Río de Janeiro (2005). Actualmente se desempeña como Notario y Registrador en la Oficina Extrajudicial de Trizidela do Vale, Maranhão. Posee amplia experiencia en la práctica jurídica extrajudicial.

Luciana A. Sulino, Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales

Abogada. Especialista (Lato Sensu) en Derecho y Proceso Laboral por la UNAERP – Ribeirão Preto (2014). Especialista (Lato Sensu) en Derecho y Proceso Civil por la UNAERP – Ribeirão Preto (2020). Especialista en Derecho Digital del Trabajo, Compliance Laboral y Ley General de Protección de Datos (LGPD) – Verbo Jurídico (2022). Cursando especialización en Derecho Inmobiliario y de la Propiedad Horizontal en la ESA – Ribeirão Preto/SP (2024/2025). Directora Académica de ANACON – Asociación de Abogados de la Propiedad Horizontal. Doctoranda en Ciencias Jurídicas por la Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales (UCES) – Buenos Aires, Argentina.

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Publicado

2025-10-03

Cómo citar

Faria, F. L. D., & Sulino, L. A. (2025). La Judicialización de la Salud para Personas con Trastorno del Espectro Autista (TEA):: Desafíos, Impactos y Perspectivas. Revista De Estudios Interdisciplinarios, 7(5). https://doi.org/10.56579/rei.v7i5.2717

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