PRESENCIA PLURAL DE LA INTELIGENCIA ARTIFICIAL EN LA EDUCACIÓN BÁSICA:
EN LA GESTIÓN EDUCATIVA, EN “QUÉ ENSEÑAR,” “CÓMO ENSEÑAR” Y “QUIÉN ENSEÑA”
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https://doi.org/10.56579/rei.v7i5.2340Palabras clave:
Currículo, Gestión Educativa, Inteligencia Artificial, Innovación en la Educación, Educación BásicaResumen
Este trabajo analiza las diferentes dimensiones en las que la Inteligencia Artificial (IA) ha sido aplicada y dónde hay espacio para contribuciones en la Educación Básica. Para ello, parte del concepto de currículo, abordando una dimensión extracurricular relacionada con la gestión educativa y tres dimensiones intracurriculares: qué enseñar; cómo enseñar; quién enseña. La metodología consiste en un análisis bibliográfico y documental, extendido a ejemplos prácticos en cada una de las dimensiones abordadas, seleccionados según criterios de repercusión y validación externa: el Proyecto Malha Fina del FNDE; la inclusión de la IA como componente curricular en el estado de Piauí; proyectos que desarrollan herramientas de apoyo para la corrección de textos; y la discusión, en el contexto del desarrollo de sistemas tutores inteligentes, sobre si la IA viene para sustituir o subsidiar a los docentes. Se argumenta que la incorporación de la IA en la educación no es una cuestión binaria (sí o no), sino que esta decisión debe analizarse en cada una de las dimensiones específicas. Se evidencia que las aplicaciones analizadas se han utilizado para hacer aquello que antes no era posible, lo que no concuerda con la tesis de sustitución. Se concluye que reemplazar a las personas por tecnologías artificiales en la formación de niños y jóvenes es tan grave como rechazar una tecnología que puede ayudar a superar desafíos que no hemos podido resolver con nuestros recursos pasados y actuales. La innovación se realiza con personas y con tecnología: la educación también.
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