GOBERNANZA PÚBLICA EN SALUD MENTAL EN EL ESTADO DE AMAZONAS
PERSPECTIVAS DE LOS PROFESIONALES DE LA SALUD
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https://doi.org/10.56579/rei.v7i3.2067Palabras clave:
Gestión Pública, Políticas Públicas, Control Interno, Planificación, GobernanzaResumen
La salud mental está ampliamente influenciada por los entornos en los que viven las personas, y su promoción exige acciones integradas en diversos sectores, incluido el gobierno. Este estudio tiene como objetivo analizar el funcionamiento de la gobernanza multinivel en la Red de Política de Salud Mental del Estado de Amazonas desde la perspectiva de los profesionales de la salud, profundizando en la comprensión de este modelo de gobernanza. El estudio adoptó un enfoque cualitativo y descriptivo para investigar la gobernanza multinivel en la política de salud mental del Amazonas. Mediante técnicas como cuestionarios y observaciones sistemáticas, se fundamentó el análisis para comprender los arreglos institucionales e identificar brechas en las redes de salud. La investigación se llevó a cabo en las Unidades de Salud Mental de la Red de Atención Psicosocial (RAPS) en 24 municipios. El análisis reveló desafíos significativos en la coordinación e implementación de los servicios de salud mental en Amazonas. La colaboración entre los diferentes niveles de gobierno y la sociedad civil es fundamental para superar barreras históricas que afectan la eficacia de las políticas. Es crucial fortalecer la articulación interinstitucional e invertir en la capacitación de los profesionales, adaptando las políticas a las realidades locales. La financiación adecuada y la implementación de sistemas de monitoreo continuo son esenciales para expandir y mejorar la calidad de los servicios. El análisis de la gobernanza multinivel en la política de salud mental de Amazonas destaca importantes desafíos en la coordinación e implementación de servicios. Se recomienda reforzar la articulación interinstitucional, invertir en la formación de profesionales y asegurar una financiación adecuada. El enfoque debe adaptarse a las particularidades regionales, con un seguimiento continuo de las políticas. Futuros estudios sobre tecnologías digitales y la geografía del Amazonas son esenciales para mejorar el acceso a los servicios de salud mental en zonas remotas.
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