“TÁ MAIS RUIM DO QUE PRA BOM, TEM MUITA COISA PRA MELHORAR” PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE/RS

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DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v7i2.1286

Palavras-chave:

Desigualdade social, Exclusão, Políticas Públicas, Travestis e Transexuais

Resumo

O Brasil, reconhecido como um país multicultural e repleto de diversidade, é também desigual e excludente. Considerando tal panorama, este estudo objetiva verificar como é o atual cenário brasileiro para travestis e transexuais sob a perspectiva da realidade vivenciada por esses sujeitos na região metropolitana de Porto Alegre. Metodologicamente, trata-se de estudo exploratório e descritivo, de abordagem qualitativa e com procedimento técnico da pesquisa de campo. Os participantes foram selecionados com base na amostra Bola de Neve, foram entrevistados e narraram suas experiências e suas concepções acerca da realidade de pessoas transgênero no contexto brasileiro. Os resultados, examinados pelos pressupostos da análise de conteúdo de Bardin, apontam que, paulatinamente, foi construído um arcabouço jurídico protetivo para travestis e transexuais, porém, na prática, esse tem se demonstrado ineficaz, haja vista que tais sujeitos enfrentam as mais diversas dificuldades em todos os espectros da vida, ficando submetidos a uma sociedade que não aceita as diferenças e, consequentemente, exclui e marginaliza aqueles que fogem dos padrões por ela impostos. É possível concluir que esse processo acarreta sofrimento social, deixando claro que as leis e as políticas públicas existentes nem sempre se consubstanciam no plano material, sendo necessário, portanto, buscar alcançar a sua eficácia.

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Biografia do Autor

Rogers Alexander Boff, Universidade Feevale

Doutorando em Diversidade Cultural e Inclusão Social pela Universidade Feevale com bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). Mestre em Psicologia pela Universidade Feevale. Especialista em Direito de Família e Sucessões pela Faculdade de Direito Prof. Damásio de Jesus (FDDJ). Especialista em Advocacia Extrajudicial pela Faculdade Legale. Especialista em Direito da Seguridade Social - Previdenciário e Prática Previdenciária pela Faculdade Legale. Graduado em Direito pela Universidade Feevale. Advogado. É participante do grupo de pesquisa Leitura, Letramento, Tecnologias e Inclusão Social - LLETIS da Universidade Feevale, e do grupo de pesquisa Trabalho, Informalidade e Precariado: Panorama do Mercado de Trabalho Informal na Região do Vale Dos Sinos da Universidade Feevale. É vinculado ao grupo do CNPq Metropolização e Desenvolvimento Regional da Universidade Feevale, e também ao grupo do CNPq Psicologia, Subjetividade Contemporânea e Saúde Mental da Universidade Feevale.

Valéria Koch Barbosa, Universidade Feevale

Doutora e Mestre em Qualidade Ambiental pela Universidade Feevale. Graduada em Direito pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, com especialização em Redação pela mesma universidade. Graduada em Letras - Português/Inglês pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Imaculada Conceição. Atualmente, é professora da Universidade Feevale, ministrando as disciplinas de Estágio Supervisionado Civil, Discurso Jurídico e Oratória, Português Jurídico, Direito das Famílias e Estatuto da Criança e do Adolescente, Fundamentos de Direito Privado e Metodologia da Pesquisa Jurídica. Professora da disciplina de Metodologia da Pesquisa na especialização em Direito Penal e Processual Penal com Ênfase na Advocacia Criminal, na Universidade Feevale. Tem experiência na área de Letras, com ênfase em Língua Portuguesa, e também na área do Direito, vinculada, principalmente, aos seguintes temas: direito ambiental, direito dos desastres, direito das famílias, direito do consumidor, responsabilidade civil, comunicação empresarial, produção textual, formação de professores. É encarregada da elaboração da prova de redação e coordenadora da banca de corretores das redações de Vestibular da Universidade Feevale.

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Publicado

2025-03-26

Como Citar

Boff, R. A., & Barbosa, V. K. (2025). “TÁ MAIS RUIM DO QUE PRA BOM, TEM MUITA COISA PRA MELHORAR” PARA TRAVESTIS E TRANSEXUAIS DA REGIÃO METROPOLITANA DE PORTO ALEGRE/RS. Revista De Estudos Interdisciplinares , 7(2), 01–17. https://doi.org/10.56579/rei.v7i2.1286

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