ÍNDICE DE PRONTIDÃO E ENVOLVIMENTO COM A TECNOLOGIA

FATORES INFLUENCIADORES EM RELAÇÃO ÀS FINTECHS NO BRASIL

Visualizações: 281

Autores

DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v7i4.1560

Palavras-chave:

Fintech, Tecnologia Financeira, Índice de Prontidão à Tecnologia, Envolvimento do Consumidor, Plataforma Digital

Resumo

“Fintech” refere-se a tecnologias financeiras com características desruptivas baseadas em plataformas digitais e aplicações móveis. A partir de 2014, o termo passou a atrair a atenção em escala mundial, por tornar os sistemas financeiros mais eficientes. Diante do contexto exposto, o objetivo desse esforço de pesquisa é analisar quais são as influências dos fatores otimismo, inovatividade, desconforto e insegurança sobre os tipos de envolvimento do consumidor com as Fintechs. A pesquisa tem natureza descritiva com abordagem quantitativa, em que, via Análise de Equações Estruturais foi mensurada a influência do índice de prontidão no envolvimento do consumidor com as tecnologias Fintech, o software utilizado para a análise foi o R (versão 3.4.4). Foi possível confirmar a importância dos fatores de prontidão no envolvimento dos usuários de tecnologias financeiras. Evidencia-se alto índice de prontidão, os respondentes são abertos e propensos ao uso das FinTechs, em sua maioria são otimistas e inovativos. Quando relacionados os fatores de prontidão aos tipos de envolvimento do usuário foi confirmada significativa influência. No entanto, a pesquisa aponta que os respondentes se sentem desconfortáveis e inseguros, em parte pela complexidade das novas tecnologias, e em parte pelo baixo nível de compreensão e conhecimento das plataformas disponíveis no mercado.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Jonh Vaine Lincoln Cabral, Centro Universitário UNA

Doutor em Administração pelo Programa de Pós-graduação em Administração da Universidade FUMEC. Professor no Centro Universitário UNA.

Leandro Cearenço Lima, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutor em Gestão e Organização do Conhecimento pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão e Organização do Conhecimento da UFMG. Professor no Programa de Pós-Graduação em Gestão e Organização do Conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG.

Fábio Corrêa, Universidade FUMEC

Doutor em Sistemas de Informação e Gestão do Conhecimento pela Universidade FUMEC. Professor no Programa de Pós-graduação em Sistemas de Informação e Gestão do Conhecimento da Universidade FUMEC.

Fabricio Ziviani, Universidade Catolica de Brasília

Doutor em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFMG. Professor no Programa de Pós-Graduação em Governança, Tecnologia e Inovação da Universidade Católica de Brasília - UCB. Professor no Programa de Pós-Graduação em Gestão e Organização do Conhecimento da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG.

Referências

BASTOS, A. V. B.; BRANDÃO, M. G. A.; PINHO, A. P. M. Comprometimento organizacional: uma análise do conceito expresso por servidores universitários no cotidiano de trabalho. Revista de Administração Contemporânea. V. 1, n. 2. Curitiba, 1997. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/S1415-65551997000200006 DOI: https://doi.org/10.1590/S1415-65551997000200006

BALDIN, N.; MUNHOZ, E. M. B. Educação ambiental comunitária: uma experiência com a técnica de pesquisa snowball (bola de neve). Revista Eletrônica do Mestrado em Educação Ambiental, v. 27, 2011, p. 46-60.

DAPP, Thomas F. Fintech The digital (r)evolution in the financial sector.Frankfurt, Deutsche Bank Research, 2014.Disponívelem: https://www.dbresearch.com/PROD/DBR_INTERNET_EN-PROD/PROD0000000000345837.pdf

CAHILL, Richard.How FinTech startups and alternative banking companies are redefining finance through design. Money & Change, Digital Iteraction Design, University of Dundee, Dundee, 2015.Disponívelem: http://lab.rc3.me/deliverables/RCahill-SocialMobileApps-MoneyAndChange.pdf

CHUEN, D. L.K; TEO, E. G. S. Emergence of FinTech and the LASIC principles. The Journalof Financial Perspectives: FinTech. 2015. Disponivel em: https://skbi.smu.edu.sg/sites/default/files/skbife/research_papers/Emergence%20of%20FinTech%20and%20the%20LASIC%20Principles.pdf

EFRON, B. e Tibshirani, R. J. An Introduction to the Bootstrap. Chapman & Hall, 1993. DOI: https://doi.org/10.1007/978-1-4899-4541-9

FORNELL, C. e Larcker, D. F. Evaluating structural equation models with unobservable variables and measurement error. Journal of marketing research, p. 39-50, 1981. DOI: https://doi.org/10.1177/002224378101800104

GIBSON, John. The impact FinTech is having on the financial services industry in Ireland. (dissertação) Dublin Business School, Dublin, 2015. Disponível em: http://hdl.handle.net/10788/2906

GULAMHUSEINWALA, I; BULL, T; LEWISS. FinTech is gaining traction and young, high-income users are the early adopters, Journal of Financial Perspectives: FinTech. v.3, n.3, p.16-23, 2015. Disponível em: http://econpapers.repec.org/article/risjofipe/0084.htm

HAIR, J. F.; ANDERSON, R. E.; TATHAM, R. L.; BLACK, W. C. Análise multivariada de dados. Porto Alegre: Bookman, 2005.

HAIR, J. F.; Black, W. C.; Babin, B. J.; Anderson, R. E. E Tatham, R. L. AnáliseMultivariada de Dados. Porto Alegre: Bookman. 2009.

HAIR, J. F. et al. An assessment of the use of partial least squares structural equation modeling in marketing research. Journal of the academy of marketing science, v. 40, n. 3, p. 414-433, 2012. DOI: https://doi.org/10.1007/s11747-011-0261-6

HAIR Jr, J. F., Hult, G. T. M., Ringle, C., &Sarstedt, M. A primer on partial least squares structural equation modeling (PLS-SEM). Sage Publications, 2014.

HENSELER, J.; Ringle, C. M. e Sinkovics, R. R. The use of partial least squares path modeling in international marketing. Advances in international marketing, v. 20, n. 1, p. 277-319, 2009. DOI: https://doi.org/10.1108/S1474-7979(2009)0000020014

HENSELER, J. e Sarstedt, M. Goodness-of-fit indices for partial least squares path modeling. Computational Statistics, v. 28, n. 2, p. 565-580, 2012. DOI: https://doi.org/10.1007/s00180-012-0317-1

HODER, Frank; WAGNER, Michael; SGUERRA, Juliana; BERTOL, Gabriela. A revolução FinTech: Como as inovações FinTech estão impulsionando o financiamento às MPME na America Latina e Caribe. Relatório da Corporação Interamericana de Investimento, ano 2016. Disponível em: http://cdn.iic.org/sites/default/files/documents/pub/pt/cii_-_oliver_wyman_-_a_revolucao_fintech_0.pdf

MCAULEY, Daniel. What is FinTech?.WhartonFinTech blog, 2014. Disponível em: https://medium.com/wharton-fintech/what-is-fintech-77d3d5a3e677#.irb06o6mv

MICU, Ion; MICU, Alexandra. Financial technology (FinTech) and its implementation on the romanian non-banking capital market.SEA – PraticalApplication os Science, Bucareste, v. 4, n. 2, p. 379-384, nov. 2016. Disponível em: http://seaopenresearch.eu/Journals/articles/SEA_11_30.pdf

MINGOTI, S. A. Análise de Dados Através de Métodos de Estatística Multivariada: Uma Abordagem Aplicada. Belo Horizonte: UFMG. 2007.

MORESI, E. A. D. (Org). Manual de Metodologia da Pesquisa. Brasília-DF: Universidade Católica de Brasília – UCB, mar., 2003.

MOTA, Karla Roberta Revert. Envolvimento do consumidor com produtos e serviços bancários (dissertação de mestrado), Universidade FUMEC, Belo Horizonte, 2016.

MUNCY, J. A; HUNT, S. D. Consumer involvement defitional issues and research directions. Advances in consumer research. v.11 p.193-196, 1984. Disponivelem: http://acrwebsite.org/volumes/6241/volumes/v11/NA-11

PARASURAMAN, A. Technology Readiness Index (TRI): a multiple-item scale to measure readiness to embrace new technologies. Journal of Service Research, v. 2, n. 4, p. 307-320. Dói: 10.1177/109467050024001, 2000. DOI: https://doi.org/10.1177/109467050024001

PARASURAMAN, A.; COLBY, C. Techno-ready marketing: how and why your customers adopt technology. New York: The Free Press, 2001. p. 224.

SHERIF, M,; CANTRIL, H. The psychology of ego involvements. New York, 1947.

VERGARA, S. C. Projetos e Relatórios de Pesquisa em Administração. São Paulo-SP: Editora Atlas S.A. 2014.

VINZI, V. E.; Chin, W. W.; Henseler; J. e Wang; H. Handbook of Partial Least Squares. Springer, 2010.

VINZI, V. E., Trinchera, L.; Amato, S. PLS path modeling: from foundations to recent developments and open issues for model assessment and improvement. In: Handbook of partial least squares. Springer, Berlin, Heidelberg, 2010. p. 47-82. DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-540-32827-8_3

WAUPSH, J. Bankruption: How Community Banking Can Survive Fintech. Hardcover, 2017. doi: 10.1002%2F9781119273875.ch2 DOI: https://doi.org/10.1002/9781119273875

WEN, Cao. FinTechAcceptanceResearch in Finland - Case CompanyPlastc. Master’sThesis, AaltoUniversity, Finland, 2016. Disponível em: https://pdfs.semanticscholar.org/e8ce/fe083ad1c5487b0fc3cf789708c0f26219a4.pdf

ZAICHKOWSKY, Judith L. Conceptualizing Involvement. Journal of Advertising, 1986 doi:10.1080/00913367.1986.10672999 DOI: https://doi.org/10.1080/00913367.1986.10672999

ZAICHKOWSKY, Judith L. The Personal Involvement Inventory: Reduction, Revision, and Application to Advertising. JournalofAdvertising 1994. doi: 10.1080/00913367.1943.10673459 DOI: https://doi.org/10.1080/00913367.1943.10673459

Downloads

Publicado

2025-07-15

Como Citar

Cabral, J. V. L., Lima, L. C., Corrêa, F., & Ziviani, F. (2025). ÍNDICE DE PRONTIDÃO E ENVOLVIMENTO COM A TECNOLOGIA: FATORES INFLUENCIADORES EM RELAÇÃO ÀS FINTECHS NO BRASIL. REVISTA DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, 7(4), 01–24. https://doi.org/10.56579/rei.v7i4.1560

Métricas