BIENESTAR ESTUDIANTIL:
UN MODELO ANALÍTICO PARA INVESTIGAR LA ASISTENCIA ESTUDIANTIL EN BRASIL
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https://doi.org/10.56579/rei.v8i3.2597Palabras clave:
Política Nacional de Asistencia Estudiantil, Bienestar, Educación Superior, Política PúblicaResumen
Este artículo propone un modelo analítico para examinar, in itinere, la Política Nacional de Asistencia Estudiantil (PNAES) según el concepto de bienestar. Destaca la trayectoria de institucionalización de la Asistencia Estudiantil (AE) desde su creación como Programa Nacional de Asistencia Estudiantil (2007) hasta su consolidación como Política Nacional en 2024 mediante la Ley 14.914. Esta política afirmativa tiene como objetivo promover la equidad al garantizar a los estudiantes socioeconómicamente desfavorecidos las condiciones necesarias para cursar regularmente sus estudios de grado. Su propósito es mejorar el desempeño académico de los estudiantes mediante la reducción de la retención y la deserción. Para ello, atiende las condiciones materiales necesarias para la permanencia de los estudiantes en las instituciones federales de educación superior, incluyendo vivienda, alimentación, transporte, inclusión digital y guardería. Sin embargo, para que realmente promueva el bienestar, también es necesario incorporar al modelo analítico de sus evaluaciones dimensiones no materiales que respondan a demandas identitarias, de pertenencia y de sociabilidad de los beneficiarios de esta política pública.
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