EDUCATION, SOCIAL STRUGGLE AND COUNTER-INSURGENT REFORM IN BRAZIL IN THE 1990s

Visualizações: 65

Authors

DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v8i4.3494

Keywords:

Educational Reform, World Bank, 1980s, Democratic Education

Abstract

In recent years, the debate on education in Brazil has become more intense, with the topics addressed being the most varied, involving political and theoretical perspectives from virtually every segment of the political spectrum. In a certain way, the focus of the analyses has concentrated on more recent issues. Contrary to this trend, we intend to reflect on the role of the 1990 Educational Reform, highlighting the role of the World Conference on Education for All and the participation of the World Bank and UNESCO, as a rupture that hindered the construction of a national and educational project capable of meeting our individual and collective needs. This occurred because these perspectives were imposed from outside, disconnected from the country’s interests and social projects, with the implicit purpose of containing insurgent political thought and actions. It is important to emphasize that our article is the result of an extensive bibliographic analysis that includes theoretical references from the field, as well as official documents produced as outcomes of the Conference. Therefore, theoretically and politically, our text is situated within the field of Marxist critical theory, examining the process through its own contradictions.

Downloads

Download data is not yet available.

Author Biography

Leandro Machado dos Santos, Federal Rural University of Rio de Janeiro

Professor at the Department of Theory and Planning of Teaching at the Federal Rural University of Rio de Janeiro (DTPE/UFRRJ). Professor in the Graduate Program in Agricultural Education (PPGEA/UFRRJ). Federal Rural University of Rio de Janeiro. Brazil. Rio de Janeiro. Seropédica (RJ).

References

ADORNO, Theodor. Educação e emancipação. Tradução de Wolfgang Leo Maar. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1995.

ARANTES, Paulo. Zero à esquerda. São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2004. (Coleção Baderna).

BRASIL. Plano decenal de educação para todos. Brasília, DF: MEC, 1993. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me001523.pdf. Acesso em: 13 jul. 2026.

FERNANDES, Florestan. Nova República? Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1986.

FERNANDES, Florestan. O desafio educacional. São Paulo: Expressão Popular, 2020. 383 p.

FREIRE, Paulo. A educação na cidade. 7. ed. São Paulo: Cortez, 2006.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

FREUD, Sigmund. A interpretação dos sonhos. Tradução de Walderedo Ismael de Oliveira. Rio de Janeiro: Imago, 2001.

GOHN, Maria da Glória. Movimentos sociais e educação. São Paulo: Cortez, 2009.

HARVEY, David. O novo imperialismo. Tradução de Adail Sobral e Maria Stela Gonçalves. São Paulo: Edições Loyola, 2004.

KURZ, Robert. A democracia devora seus filhos. Tradução de Javier Blank, Marcos Barreira, Fabio Pitta e Mariana Kuntz. Rio de Janeiro: Consequência, 2020.

LEHER, Roberto. Um novo senhor da educação? A política educacional do Banco Mundial para a periferia do capitalismo. Outubro, São Paulo, n. 3, p. 19-30, jul./dez. 1999. Disponível em: https://outubrorevista.com.br/wp-content/uploads/2015/02/Revista-Outubro-Edic%CC%A7a%CC%83o-3-Artigo-03.pdf. Acesso em: 13 jul. 2026.

LUXEMBURGO, Rosa. Greve de massas, partidos e sindicatos. In: LOUREIRO, Isabel (org.). Rosa Luxemburgo: textos escolhidos. Tradução de Isabel Loureiro. São Paulo: Expressão Popular, 2009.

MCNAMARA, Robert. A essência da segurança: reflexões de um secretário da Defesa dos Estados Unidos. São Paulo: IBRASA, 1968.

MÉSZÁROS, István. A educação para além do capital. Tradução de Isa Tavares. São Paulo: Boitempo, 2008.

OLIVEIRA, Francisco de. Brasil: uma biografia não autorizada. São Paulo: Boitempo, 2018.

ONOFRE, Gabriel. Friedrich Hayek e os liberais brasileiros na transição democrática. Revista Crítica Histórica, Maceió, v. 5, n. 10, p. 194-216, dez. 2014. DOI: https://doi.org/10.28998/rchvl5n10.2014.0011. Disponível em: https://periodicos.ufal.br/criticahistorica/article/view/2956. Acesso em: 13 jul. 2026.

PAULANI, Leda. Brasil delivery. São Paulo: Boitempo, 2008. (Coleção Estado de Sítio).

RANCIÈRE, Jacques. O ódio à democracia. Tradução de Mariana Echalar. São Paulo: Boitempo, 2014.

SANTOS, Leandro Machado dos. Formação e deformação: conexão e desconexão no contexto de experiências deseducativas. Missões: Revista de Ciências Humanas e Sociais, [S. l.], v. 10, n. 2, p. 1-13, 2024. DOI: https://doi.org/10.62236/missoes.v10i2.338. Disponível em: https://revistamissoeschs.com.br/missoes/article/view/338. Acesso em: 13 jul. 2026.

SCHWARZ, Roberto. Que horas são? São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

STREECK, Wolfgang. Tempo comprado: a crise adiada do capitalismo democrático. Tradução de Marian Toldy e Teresa Toldy. São Paulo: Boitempo, 2018.

UNESCO. Declaração mundial sobre educação para todos: satisfação das necessidades básicas de aprendizagem. Jomtien: UNESCO, 1990. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/declaracao-mundial-sobre-educacao-para-todos-conferencia-de-jomtien-1990. Acesso em: 13 jul. 2026.

Published

2026-07-18

How to Cite

Santos, L. M. dos. (2026). EDUCATION, SOCIAL STRUGGLE AND COUNTER-INSURGENT REFORM IN BRAZIL IN THE 1990s. Interdisciplinary Studies Journal, 8(4), 01–18. https://doi.org/10.56579/rei.v8i4.3494

Metrics