TIKTOKIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO E AS REDES SOCIAIS COMO AMBIENTES DE APRENDIZAGEM
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Educação Informal, Tiktok, Estudos Culturais, Redes SociaisResumo
Nas últimas duas décadas se tornou notável o advento das redes sociais, como o Facebook, Instagram, X e como no presente escrito analisado, o Tiktok, que segundo Lavime Barbosa de Oliveira Siqueira (2022), foi lançado em 2014, pela empresa ByteDance, para o compartilhamento de músicas e coreografias, e que entre 2020 e 2022 teve o período de maior crescimento cerca 2 bilhões de downloads, sendo a Rede Social que mais cresce no mundo, suscitando assim, a problemática de qual é o ponto de início ou limites, onde passamos do simples entretenimento e partimos para uma educação informal. O resumo justifica-se a partir da preocupação que se tem em alertar sobre a necessidade de estudos que se aprofundem nestes novos meios de aprendizagem. Neste sentido, estamos de acordo com a afirmação de Alana Luise Oweida Pelanda et al (2023) afirmam que o aplicativo é mais popular entre pessoas do que se chama geração Z, denominação para pessoas que nasceram após o ano 2000, tendo em sua maioria, idades entre 16 e 24 anos, com funcionalidades intuitivas e formato agradável o que permitiu aos influenciadores digitais diversificarem seus conteúdos, indo desde receitas culinárias à informações sobre geopolítica, o que cria vários segmento de conteúdos, os populares nichos, exercendo assim influencia na constituição dos sujeitos em vários aspectos, pois com ressalta Jean Henrique Costa (2012) a cultura e os seus aspectos são fundamentais para a construção do sujeitos, a partir da ótica dos Estudos Culturais. Por fim, vale a ressalva de que no atual contexto que se desenha o Tiktok não deve ser lido apena enquanto uma ferramenta despretensiosa de entretinimento, mas sim enquanto um potencial propagador de ideias, cabendo aos educadores mediarem o conhecimento da plataforma afim de promover criticidade e debates cientificamente amparados.