GEPPEHER/PROFEDUC/UEMS
QUANDO O GRUPO DE PESQUISA HUMANIZA AS RELAÇÕES DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA
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Educação, Relações étnico-raciais, Grupo de pesquisa, GEPPEHERResumo
O Grupo de Estudos e Pesquisas em Política e Planejamento Educacional, História, Formação de Professores e Educação para as Relações Étnico-Raciais (GEPPEHER), vinculado ao Programa de Pós-Graduação Profissional em Educação (PROFEDUC), na Linha de Pesquisa: Formação de Professores, Culturas e Diversidade (FPCD) - Cursos de Mestrado e Doutorado, Unidade Universitária de Campo Grande (Santo Amaro) da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), traz em sua edição de dois mil e vinte e cinco a proposta de estudos e pesquisas para aprofundamento das questões que envolvem a Educação para as Relações Étnico-raciais. As membras e membros do grupo de pesquisa se reúnem quinzenalmente na unidade universitária, no formato presencial, em torno de um plano anual de trabalho aprovado após consulta por todos e todas, e coube a cada membra/membro escolher um texto selecionado para atuar como debatedor/debatedora e um outro texto para atuar como mediador/mediadora. A metodologia utilizada para o aprofundamento dos estudos é a pesquisa bibliográfica. Os conteúdos a serem desenvolvidos no decorrer do ano são: racismo no brasil; discursos de gênero; relações raciais na história da educação brasileira; ações afirmativas; racismo institucional; eugenia; aculturação; interseccionalidade; dentre outros. O referencial teórico traz ao círculo de debate autoras e autores tais como: Costa (2011); Oyewumi (2021); Pereira (2013); Santos (2016); Stepan (2005) e outros(as). O GEPPEHER/PROFEDUC/UEMS deve se concentrar nos três níveis exigidos para que seja um grupo de pesquisa com solidez e produção intelectual: nível macro (obedecendo as questões institucionais), nível micro (levando em consideração as aspirações individuais) e de nível meso (atento as questões das condições de trabalho para o grupo, sua dinâmica social e atenção nas relações a serem estabelecidas entre os participantes). Que a amorosidade construída por Paulo Freire (1967) seja imperativa em nossas relações enquanto produtoras e produtores científicos e que as mesmas sejam humanizadas, rompendo assim, estágios de sofrimento, solidão na escrita e longe do adoecimento intelectual.