Privação de liberdade de mulheres trans

Resistências e lutas para a conquista da autonomia de gênero

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Auteurs

DOI :

https://doi.org/10.56579/cor.v4i10.2266

Mots-clés :

Privação de liberdade, Dignidade, Estado, Direitos Humanos

Résumé

As mulheres trans, quando privadas de liberdade por uma ação ou omissão do Estado, são em muitos casos abrigadas em penitenciárias, ou outros espaços de punição, como as cadeias públicas e presídios, encarceradas com pessoas do sexo masculino, sem o devido respeito à sua orientação de gênero. O objetivo do artigo é evidenciar que o sistema penitenciário brasileiro está longe de adotar para as mulheres trans, tratamento digno em que deveriam estar separadas de homens, diferenciando-se das mulheres cis que possuem celas individualizadas. A metodologia referencial bibliográfica alicerçada em dados de caso do Brasil com outros países mostra uma realidade que necessita de políticas públicas assertivas de respeito e dignidade quando estão sob a tutela do Estado.

Biographie de l'auteur

Claudio Noel de Toni Junior, Universidade Estadual Paulista - Faculdade de Ciências e Letras

Filiação institucional: Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Programa de Pós Graduação em Linguística. Bolsista Capes nível Doutorado. Titulação maior: Doutor em Geografia pela Universidade Estadual Paulista “ Júlio de Mesquita Filho”

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Publiée

2026-06-18

Comment citer

Toni Junior, C. N. de. (2026). Privação de liberdade de mulheres trans: Resistências e lutas para a conquista da autonomia de gênero. COR LGBTQIA+, 4(10), 24–45. https://doi.org/10.56579/cor.v4i10.2266