Resistências escolares frente ao neoconservadorismo
Afrontes à homofobia no chão da escola pública
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https://doi.org/10.56579/cor.v1i10.2532Palabras clave:
Direitos Humanos, Homofobia, Neoconservadorismo Brasileiro, Psicologia EscolarResumen
O presente estudo pretende discutir experiências vivenciadas por estagiárias em Psicologia Escolar e Educacional, desenvolvidas em uma Escola Estadual de Educação Profissional da rede pública do Nordeste brasileiro com foco na identificação e compreensão dos impactos psicossociais decorrentes de situações de homofobia no ambiente escolar. Analisam-se esses impactos da homofobia no ambiente escolar, compreendendo-os como reflexo do avanço de pautas neoconservadoras na educação brasileira e apresentando a intervenção psicossocial como estratégia de resistência. Metodologicamente, trata-se de um relato de experiência, de natureza qualitativa, no qual foi realizada uma roda de conversa com trinta adolescentes para debater temas como bullying, preconceito, sexualidade e identidade de gênero. Os resultados evidenciam que a articulação de intervenções psicossociais em territórios escolares potencializam estratégias de combate à homofobia, que se manifesta por meio de violências simbólicas e interpessoais, sustentadas por omissões institucionais e discursos moralizantes que visam ao controle sobre corpos e subjetividades. A intervenção mostrou-se um potente dispositivo de enfrentamento, ao viabilizar um espaço de escuta, produção de vínculos e fortalecimento coletivo. Conclui-se pela urgência de uma prática da Psicologia Escolar e Educacional que seja crítica e politicamente comprometida com os direitos humanos, voltada à desconstrução de lógicas excludentes e à reafirmação da escola como território de cidadania e valorização da diversidade.
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