“Nada a ver com genital”
Neoconservadorismo e políticas identitárias no Brasil contemporâneo
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https://doi.org/10.56579/cor.v2i10.2490Palavras-chave:
Políticas sociais, políticas identitárias, População LGBTQIAPN+, Direitos sociaisResumo
Este artigo pretende realizar um breve panorama histórico das políticas sociais e identitárias no Brasil, assim como a sua influência na construção de direitos sociais para grupos historicamente marginalizados nos processos de decisão de políticas públicas. Utiliza-se, além de autores, dados e reflexões teóricas construídas no trabalho dissertativo. Entende-se que a violência sofrida pelos grupos sociais em destaque é fruto de representações socioculturais elaboradas a partir de estereótipos de gênero, racial e social. Ao pensar de forma intersecsual observa-se que a maioria dos grupos sócio historicamente desfavorecidos é composto por negros, LGBTQIAPN+, mulheres e pobres. Autores como Foucault, Barroco e Collins foram usados para pensar os processos de discriminacao, preconceito, violência experienciados por esses sujeitos que tangenciam o padrão de “normalidade” e “saúde”.
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