TRANSVERSALIDAD EN HISTORIA 229 123
DISPUTAS, DESAFÍOS Y RESISTENCIAS
DOI:
https://doi.org/10.56579/verum.v5i3.2979Palabras clave:
Transversalidad, Enseñanza de Historia, Currículo, Práctica DocenteResumen
Este artículo analiza la transversalidad en la enseñanza de Historia como una estrategia pedagógica orientada a la formación crítica de los estudiantes, al romper con la fragmentación de los saberes y articular contenidos con temas socialmente relevantes, conectando pasado y presente. El objetivo es fomentar debates que desafíen las estructuras políticas y epistemológicas que dificultan su implementación, como las disputas en torno a los currículos, la desvalorización de las Ciencias Humanas y la precarización del trabajo docente. El estudio destaca la transversalidad como instrumento de resistencia, por favorecer la valorización de experiencias históricas y sociales de sujetos históricamente silenciados, como conquista de las luchas por la democratización de la educación en Brasil. Basado en una revisión bibliográfica y en el análisis de documentos normativos, el trabajo reafirma la centralidad de la enseñanza de Historia en la formación de sujetos críticos y reflexivos, destacando el papel del profesor en la mediación de saberes orientados a la transformación social y a los principios democráticos.
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