COMPORTAMENTO DA FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA E DE PREENSÃO MANUAL DURANTE UMA SESSÃO DE HEMODIÁLISE 174 106

Autores

DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v8i1.2487

Palavras-chave:

Doença Renal Crônica, Dinamometria, Manovacuometria

Resumo

A doença renal crônica (DRC) leva a perda do equilíbrio hidroeletrolítico e redução da força muscular devido a síndrome urêmica. Assim, objetivo do estudo foi avaliar as condições de força muscular respiratória e periférica em pacientes durante o processo dialítico. Trata-se de um estudo observacional, transversal, quantitativo e descritivo realizado com 40 pacientes em tratamento em uma unidade de terapia renal pertencente a um município do Noroeste do estado do Rio Grande do Sul. Para avaliação da força muscular respiratória foi aplicado o manovacuômetro e para a força de preensão manual, o dinamômetro, no momento pré-diálise e a cada hora durante a sessão de tratamento, sendo antes da hemodiálise (HD), após 1h, 2h, 3h e 4h de tratamento. Os resultados obtidos foram descritos através de média, percentual e desvio-padrão. O nível de significância adotado foi de 5% (p<0,05). Quanto aos resultados, houve redução da PEmáx entre a primeira (87,33 ± 27,37) e última avaliação (85,90 ± 25,67). Com relação a PImáx, houve aumento significativo durante a primeira hora, de 101,25 ± 28,77 para 107 ± 22,41 (p=0,042). Ao comparar as médias alcançadas com os valores preditos, evidenciou-se para PEmáx tais parâmetros não foram atingidos, sendo o valor ideal para esta 251,15, a maior média atingida foi 87,33 ± 27,37. A mesma comparação foi feita para a PImáx, nesta os valores preditos foram ultrapassados (p>0,001). Por fim, com relação a força de preensão palmar, notou-se que houve decréscimo entre os valores da avaliação pré-HD (27,43 ± 8,51) e a última (25,53 ± 8,75), ambos com p>0,001. Ao final do estudo, evidenciou-se que pacientes com DRC submetidos à HD apresentaram redução da força muscular expiratória e periférica com o passar das horas de tratamento.

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Biografia do Autor

  • Taiene Rodrigues, University of Cruz Alta

    Fisioterapeuta (UNICRUZ).  Residente do Programa de Residência Multiprofissional em Cardiologia da Universidade de Passo Fundo. Brasil, RS, Passo Fundo.

  • Thais Severo Dutra, University of Cruz Alta

    Fisioterapeuta (UNICRUZ). Mestre em Atenção Integral à Saúde UNICRUZ/UNIJUI/URI-Erechim. Brasil, RS, Cruz Alta. Brasil, RS, Cruz Alta.

  • Cleide Dejaira Martins Vieira, University of Cruz Alta

    Fisioterapeuta (UNICRUZ). Doutoranda do Programa de Pós-graduação em Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) UNICRUZ/UNIJUI/URI-Erechim.  Brasil, RS, Cruz Alta.

  • Kendra Caroline Grams, University of Cruz Alta

    Biomédica (UNICRUZ). Mestranda do Programa de Pós-graduação em Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) UNICRUZ/UNIJUI/URI-Erechim. Brasil, RS, Cruz Alta. 

  • Paulo Ricardo Moreira, University of Cruz Alta

    Médico (UFRGS), Doutor em Nefrologia (UFRGS). Professor na Universidade de Cruz Alta e no Programa de Pós-Graduação em Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) UNICRUZ/UNIJUI/URI-Erechim. Brasil, RS, Cruz Alta. 

  • Rodrigo de Rosso Krug, University of Cruz Alta

    Licenciado em Educação Física (UNICRUZ), Doutor em Ciências Médicas (UFSC). Professor na Universidade de Cruz Alta e no Programa de Pós-Graduação em Atenção Integral à Saúde (PPGAIS) UNICRUZ/UNIJUI/URI-Erechim. Brasil, RS, Cruz Alta. 

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Publicado

2026-01-26

Como Citar

COMPORTAMENTO DA FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA E DE PREENSÃO MANUAL DURANTE UMA SESSÃO DE HEMODIÁLISE. (2026). REVISTA DE ESTUDOS INTERDISCIPLINARES, 8(1), 01-17. https://doi.org/10.56579/rei.v8i1.2487