O EXTRATIVISMO DO BABAÇU NA CIDADE DE SÃO JOÃO DO ARRAIAL–PI
IDENTIDADE LOCAL E ENSINO DE HISTÓRIA
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Ensino de História, Identidade Local, Pedagogia da alternância, Extrativismo do babaçu, São João do ArraialResumo
O presente trabalho tem como tema o extrativismo do babaçu na cidade de são João do Arraial do Piauí: identidade local e ensino de história e analisar a importância do extrativismo do babaçu para a cidade de São João do Arraial e como esta atividade pode se constituir como meio para ensinar e valorizar a história local de através de possibilidades no ensino de história. A cidade de São João do Arraial, no estado do Piauí, tem uma cultura e identidade muito forte com o extrativismo do babaçu, cuja produção é bastante significativa na região dos Cocais, que compreende a jurisdição estadual do Território dos Cocais, e uma área interestadual conhecida como Mata dos Cocais. Percebe-se que a história de São João do Arraial está intimamente ligada à extração do babaçu, fortalecendo a economia local a ponto de se criar uma moeda própria, chamada Cocal, e um banco na cidade, o Banco dos Cocais. Há também relações dessa produção com as narrativas sobre a cidade, seus festejos, seu artesanato e suas instituições de ensino, como a Escola Família Agrícola dos Cocais, localizada na comunidade Quente, zona rural do município, escola que oferece o Ensino Médio integrado aos cursos técnicos em Zootecnia, Agropecuária e Agroindústria através da metodologia da pedagogia da alternância. Diante disso, a presente proposta de comunicação, fruto de pesquisa de mestrado no PROFHISTÓRIA-UESPI, busca relacionar o extrativismo do babaçu com a história local e o ensino de história, tendo como base nossa atuação docente na Escola Família Agrícola dos Cocais. A pesquisa tem como objetivo investigar como o extrativismo do babaçu pode se constituir como meio para ensinar e valorizar a história local de São João do Arraial através de possibilidades no ensino de história. A metodologia utilizada nesta pesquisa é de caráter qualitativo a partir de fontes documentais, com realização de pesquisa bibliográfica e documental através da análise de livros, artigos, teses, dissertações, entre outras. Por ser fruto de uma pesquisa em andamento, a comunicação não apresenta resultados e considerações finais.