O desenho como palco da memória
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memória, arteResumo
O ambiente familiar com os olhares e frases sem palavras; a rua e os seus apontamentos em voz alta, em grupo, individual; a escola, a solidão do ir e vir do pátio, o refúgio na biblioteca e as surras do “te pego na saída”, foram os primeiros entendimentos para me reconhecer um menino gay na periferia de Contagem-Minas Gerais-Brasil. Identifiquei no uso do papel uma das melhores companhias para além do rádio – a voz que não me via. Comecei a escrever e a desenhar. Da minha relação com os desenhos, o que e como pincelo o meu real, o meu passado e o meu fictício, que pretendo apresentar neste texto.










