A RECEPÇÃO DAS TEORIAS E DOUTRINAS RACIAIS NO BRASIL 312 96

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DOI :

https://doi.org/10.56579/verum.v6i2.3003

Mots-clés :

Raça, Teorias Raciais, Racismo científico, Eugenia, História do Brasil

Résumé

Este artigo analisa como as teorias e doutrinas raciais foram recepcionadas no Brasil, destacando os seus desdobramentos sociais, políticos e científicos. A pesquisa qualitativa/exploratória demonstra que as ideias de raça, hierarquia racial e degeneracionismo chegaram ao Brasil por meio de elites intelectuais influenciadas pelas teorias europeias do século XIX. Expedições científicas e a atuação de intelectuais colaboraram para difundir o racismo científico, a eugenia e o projeto de branqueamento nacional. Com base na análise histórica e social, o estudo revela como tais ideias fundamentaram políticas públicas e discursos de exclusão, marginalizando populações negras, indígenas, pobres e pessoas com deficiência. O artigo problematiza a adaptação das teorias raciais ao contexto brasileiro, destacando as estratégias do Estado e de intelectuais para justificar desigualdades e promover a homogeneização racial. A compreensão desse processo histórico é essencial para analisar criticamente o racismo estrutural e outros fenômenos sociais no Brasil contemporâneo.

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Biographie de l'auteur-e

  • Manuel Alves de Sousa Junior, Instituto Federal da Bahia

     Doutor em educação pela UNISC, historiador, biólogo, especialista em Confluências africanas e afro-brasileiras e as relações étnico-raciais na educação, MBA em história da arte. Professor do IFBA campus Lauro de Freitas, membro do grupo de pesquisa Identidade e diferença na educação. Bolsista CAPES/PROSUC modalidade 2 durante o doutorado. Colunista do Soteroprosa.

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Publié

2026-05-26

Comment citer

A RECEPÇÃO DAS TEORIAS E DOUTRINAS RACIAIS NO BRASIL. (2026). VERUM: REVISTA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 6(2), 01-15. https://doi.org/10.56579/verum.v6i2.3003