Tinder como vitrina de afectos

¿qué nos atrae cada vez más?

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Autores/as

  • Valéria Beatriz Teles de Souza Facultad Santa Teresa

DOI:

https://doi.org/10.56579/prxis.v3i2.2725

Palabras clave:

Tinder, Relaciones amorosas, Conexiones, Motivaciones

Resumen

Este artículo tiene como objetivo investigar, a través de una revisión bibliográfica, por qué cada vez más personas se están uniendo a la llamada “vitrina de afectos” conocida como Tinder, una aplicación de citas muy popular que surgió en Brasil en 2013. Tinder puede ser percibida como una vitrina de afectos porque sus usuarios intentan atraer a posibles parejas a través de sus perfiles; en lugar de buscar productos físicos en una vitrina virtual, lo que realmente se busca son conexiones que, en consecuencia, permiten satisfacer deseos personales, establecer vínculos y recibir posibles afectos. Esta investigación es una revisión bibliográfica, clasificada como investigación básica y de enfoque cualitativo. Unirse a Tinder puede verse como una oportunidad para conocer nuevas personas con la libertad de elegir si se quiere o no salir del mundo virtual, pudiendo establecer conexiones duraderas o efímeras.

Biografía del autor/a

Valéria Beatriz Teles de Souza, Facultad Santa Teresa

Graduada en Psicología por la Facultad Santa Teresa. Especialista en Psicoanálisis.

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Publicado

2025-10-15

Cómo citar

de Souza, V. B. T. (2025). Tinder como vitrina de afectos: ¿qué nos atrae cada vez más?. PRÁXIS EM SAÚDE , 3(2), 01–15. https://doi.org/10.56579/prxis.v3i2.2725