INSTITUIÇÕES ESCOLARES E MEMÓRIA HISTÓRICA

FUNDAMENTOS PARA UMA COMPREENSÃO CRÍTICA

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Autores

  • Adriano Rosa da Silva Universidade Federal Fluminense

DOI:

https://doi.org/10.56579/eduinterpe.v2i1.3568

Palavras-chave:

História da Educação, Práticas Escolares, Memória, Sociedade

Resumo

O presente estudo propõe uma análise da constituição das instituições escolares, articulando sua gênese nos modos de produção antigos à formação histórica da educação brasileira e à centralidade da memória histórica como princípio formativo. Parte-se da premissa de que a escola emerge no interior das sociedades de classes como instrumento de organização cultural e reprodução social, assumindo configurações específicas conforme as transformações econômicas, políticas e ideológicas de cada época. O estudo adota metodologia qualitativa de natureza histórico-bibliográfica, apoiando-se em análise documental e revisão crítica da literatura especializada. Os resultados indicam que a escolarização, embora tenha se expandido significativamente no Brasil ao longo do século XX, permaneceu por séculos como privilégio de minorias, refletindo as desigualdades estruturais da sociedade. A discussão enfatiza que a compreensão do percurso histórico-educacional constitui condição indispensável para o enfrentamento dos desafios contemporâneos, sobretudo diante da tendência ao esvaziamento da memória histórica nos processos formativos.

 

Biografia do Autor

Adriano Rosa da Silva, Universidade Federal Fluminense

Mestre e doutorando em História Social na Universidade Federal Fluminense

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Publicado

28-07-2026

Como Citar

Silva, A. R. da. (2026). INSTITUIÇÕES ESCOLARES E MEMÓRIA HISTÓRICA: FUNDAMENTOS PARA UMA COMPREENSÃO CRÍTICA. ANAIS CONGRESSO DE EDUCAÇÃO, INTERDISCIPLINARIDADE E PRÁTICAS ESCOLARES, 2(1), 01–05. https://doi.org/10.56579/eduinterpe.v2i1.3568