Corpo-mancha

A fotografia como olhar sobre o corpo masculino dissidente

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Palavras-chave:

Corpo, Gênero, Masculinidade, Fotografia

Resumo

O trabalho apresenta a série fotográfica Corpo-Mancha (2025), composta por quinze imagens em preto e branco, que toma como ponto de partida o corpo do autor no espaço doméstico. A proposta tensiona narrativas sobre a masculinidade hegemônica, marcada por prescrições normativas que, historicamente, foram reificadas por instituições, mídia e arte. Em contraste, o corpo aqui exposto não busca adequar-se a modelos ascéticos ou idealizados, mas afirmar-se em sua materialidade — manchas, pelos, texturas e marcas — como corpo dissidente.

Biografia do Autor

Fábio Ortiz Goulart, Universidade Federal do Rio Grande, FURG

É pesquisador, artista e professor. Doutorando em Educação em Ciências pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG), mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e bacharel em Arqueologia pela FURG. E-mail: fabioortiz@furg.br.

Referências

BOURRIAUD, Nicolas. Estética relacional. São Paulo: Martins Fontes, 2009.

CONNELL, Raewyn. Masculinidades. México: Universidad Nacional Autónoma de México, 2003.

ORTIZ, Fábio. Corpo-Mancha. Rio Grande, RS: 2025. Disponível em: https://fabioortizg.com/trabalhos/corpo-mancha-body-stain/. Acesso em: 07 jan. 2026.

WOLF, Sylvia. Polaroids: Mapplethorpe. Munich: Prestel, 2008.

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Publicado

10-04-2026

Como Citar

Goulart, F. O. (2026). Corpo-mancha: A fotografia como olhar sobre o corpo masculino dissidente. COR LGBTQIA+, 3(10), 192–200. Recuperado de https://revistas.ceeinter.com.br/CORLGBTI/article/view/2639

Edição

Seção

Trabalhos Artísticos