BIOECONOMÍA INDÍGENA COMO ALTERNATIVA DE AUTOGESTIÓN TERRITORIAL 0 0
IMPACTO LOCAL EN LA COMERCIALIZACIÓN DE LOS PRODUCTOS DEL CONSORCIO DE PRODUCTORES SATERÉ-MAWÉ (CPSM)
DOI:
https://doi.org/10.56579/egvebt84Palabras clave:
Tierra Indígena Andirá-Marau, Bioeconomía Indígena, Autogestión Territorial, Buen Vivir, Sateré-MawéResumen
Esta investigación analiza la bioeconomía indígena como alternativa para la autogestión territorial y el desarrollo sostenible del pueblo Sateré-Mawé. El estudio se centra en el Consorcio de Productores Sateré-Mawé (CPSM), una organización que busca agregar valor a la cultura local y promover la autosuficiencia económica en armonía con la biodiversidad. El objetivo es investigar cómo la comercialización del guaraná y de otros productos nativos impacta en la autonomía y la preservación ambiental en la Tierra Indígena Andirá-Marau. La metodología es de carácter cualitativo y participativo, empleando técnicas de etnografía, entrevistas y observación junto a los miembros del CPSM. Los resultados indican que la bioeconomía indígena fortalece la gestión territorial y mejora la calidad de vida en las aldeas, a pesar de la escasez de políticas públicas específicas para el sector. Se concluye que el modelo adoptado por los Sateré-Mawé promueve el buen vivir colectivo, integrando el etnoconocimiento ancestral con las demandas del mercado global para garantizar la soberanía territorial.
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