LA CULTURA HIP-HOP COMO HERRAMIENTA PARA UNA EDUCACIÓN NO FORMAL, EMANCIPADORA Y LIBERADORA 3083 1068

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.56579/rei.v6i2.1327

Palabras clave:

Contracultura, Educación Popular, Arte, Transformación

Resumen

El Hip-Hop, como movimiento cultural híbrido, trasciende fronteras y desafía las estructuras sociales, políticas y culturales. Sus expresiones artísticas, como el grafiti, el breakdance, el MCing y el DJing, constituyen un discurso productivo que reflexiona sobre temas como la urbanidad, la identidad negra y la resistencia. Por lo tanto, el objetivo fue investigar, a través de una investigación bibliográfica, el potencial del movimiento cultural del Hip-Hop como una herramienta para una educación emancipadora y liberadora, realizada de manera no formal. Los principales resultados muestran que, a través del Hip-Hop, los educadores pueden explorar temas relevantes para la realidad de los estudiantes de manera interdisciplinaria y contextualizada con la experiencia vivida por los estudiantes, promoviendo una educación más inclusiva y emancipadora. Sin embargo, son pocos los estudios que se apropian del Hip-Hop como herramienta didáctica. Al reconocer el potencial pedagógico del Hip-Hop, especialmente en contextos escolares diversos, se abre espacio para una reflexión crítica sobre el poder, la identidad y la transformación social, contribuyendo a la construcción de una sociedad más justa y democrática.

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Biografía del autor/a

  • David Freitas dos Santos, Universidad Venda Nova do Imigrante

    Estudiante de posgrado en Psicología Social en la Facultad Venda Nova do Imigrante.

  • Nathália Mota Epifânio, Universidad Federal de Santa María

    Estudiante de posgrado en Agrobiología en la Universidad Federal de Santa María.

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Publicado

2024-06-19

Número

Sección

DOSIER: POLÍTICAS PÚBLICAS Y GESTIÓN DE LA EDUCACIÓN

Categorías

Cómo citar

LA CULTURA HIP-HOP COMO HERRAMIENTA PARA UNA EDUCACIÓN NO FORMAL, EMANCIPADORA Y LIBERADORA. (2024). Revista de Estudios Interdisciplinarios, 6(2), 01-18. https://doi.org/10.56579/rei.v6i2.1327