EL ARTE COMO INSUMO DE REDUCCIÓN DE DAÑOS:

EXPERIENCIA DE TALLER EN UN FESTIVAL DE MÚSICA ELECTRÓNICA

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Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.56579/prxis.v3i2.2393

Palabras clave:

Reducción de Daños, Arte, Sustancias Psicoactivas, Psicodélicos, Recursos Expresivos

Resumen

Este artículo investiga el uso de recursos expresivos en la Reducción de Daños en festivales, donde el consumo de sustancias psicoactivas (SPA) ocurre en medio de estímulos sensoriales y experiencias emocionales y simbólicas. La metodología consistió en un taller artístico con práctica meditativa y expresión simbólica de narrativas sobre experiencias con SPA. El objetivo fue evaluar el potencial de las prácticas artísticas en la integración de estas experiencias. Los resultados muestran que el taller facilitó la elaboración de contenidos relacionados con experiencias pasadas, así como imágenes y sensaciones emergentes. Se concluye que los espacios artísticos y de escucha colectiva ayudan a reconstruir narrativas personales, ampliando la conciencia y promoviendo el cuidado en Reducción de Daños dentro y fuera de los festivales.

Biografía del autor/a

Daniel Amorim Serafim, Universidad Federal de Rio Grande do Norte

Estudiante de maestría en la Universidad Federal de Rio Grande do Norte. Desarrolla investigaciones en el campo de las Ciencias de la Salud.

Adriano Barreto Cysneiros, Universidad Federal de Bahía

Maestro en Cultura y Sociedad por la Universidad de Bahía.

Mariana Maia de Medeiros, Universidad Federal de Rio Grande do Norte

ESTUDIANTE DE MAESTRÍA EN LA UNIVERSIDAD FEDERAL DE RIO GRANDE DO NORTE, DESARROLLA INVESTIGACIONES EN EL CAMPO DE LA PSICOBIOLOGÍA.

Sophie Maura R. Laborde, Universidad Federal de Rio Grande do Norte

Estudiante de maestría en la Universidad Federal de Rio Grande do Norte, desarrolla investigaciones en el campo de las Ciencias de la Salud.

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Publicado

2025-08-18

Cómo citar

Serafim, D. A., Cysneiros, A. B., Medeiros, M. M. de, & Laborde, S. M. R. (2025). EL ARTE COMO INSUMO DE REDUCCIÓN DE DAÑOS:: EXPERIENCIA DE TALLER EN UN FESTIVAL DE MÚSICA ELECTRÓNICA. PRÁXIS EM SAÚDE , 3(2), 01–09. https://doi.org/10.56579/prxis.v3i2.2393