(Trans)passando as teias da tarântula 0 0

Necrobiopoder e as linhas da abjeção tecida sobre as corpas transexuais e travestis na Operação Tarântula

Autores

DOI:

https://doi.org/10.56579/cor.v2i11.3238

Palavras-chave:

necrobiopoder, travesti, operação tarântula, Berenice Bento

Resumo

Este artigo tem como proposta principal compreender de que modo se estabelece a abjeção dos corpos de mulheres trans e travestis, a partir do entendimento de Berenice Bento sobre “necrobiopoder” e “transfemincídio”, em diálogo com os eventos da Operação Tarântula no contexto brasileiro pós-ditadura. Diante disso, o artigo realiza uma pesquisa de revisão bibliográfica dentre as produções acadêmicas de Berenice Bento interligando as questões da experiência e da identidade transexual em seu transitório estado de sujeição à soberania da violência estatal, sob os discursos da “proteção ao bem coletivo”.

Biografia do Autor

  • Kauã José da Silva Araújo, Universidade de Pernambuco

    Graduando em Direito pela Universidade de Pernambuco (UPE) – Campus Arcoverde, Pesquisador Bolsista da FACEPE e integrante do grupo de pesquisa G-PENSE: grupo de pesquisa sobre Contemporaneidades, Subjetividades e Novas Epistemologia.

  • Pedro Henrique de Carvalho Siqueira, Universidade de Pernambuco

    Graduando em Direito pela Universidade de Pernambuco (UPE) – Campus Arcoverde.

  • Rita de Cássia Souza Tabosa Freitas, Universidade de Pernambuco

    Possui graduação em Direito pela Faculdade de Direito de Caruaru (1997), mestrado em Filosofia pela Universidade Federal da Paraíba (2006) e doutorado em Filosofia (Ufpe-Ufpb-Ufrn) pela Universidade Federal da Paraíba (2011). Atualmente é professor adjunto da Universidade de Pernambuco no curso de Direito. Foi coordenadora do projeto de extensão Observatório de Cidadania de Arcoverde de 2013-2017. Coordenadora da linha de Pesquisa INCERTAE, que trata de biopolítica no grupo de pesquisa G-PENSE, grupo de pesquisa sobre Contemporaneidades, Subjetividades e Novas Epistemologias (2016-atual) e do Grupo de Pesquisa do PRISMAL. É professora permanente do PRISMAL, mestrado profissionalizante em Prática e Inovação em Saúde Mental, desde 01/21. Membro do GT de Filosofia Hermenêutica da ANPEP. Atualmente é coordenadora do curso de Direito da UPE, campus Arcoverde e preside o núcleo docente estruturante no biênio 2023-2025.

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Publicado

20-08-2026

Como Citar

(Trans)passando as teias da tarântula: Necrobiopoder e as linhas da abjeção tecida sobre as corpas transexuais e travestis na Operação Tarântula. (2026). COR LGBTQIA+, 2(11), 10-26. https://doi.org/10.56579/cor.v2i11.3238